Relatório coordenador de segurançaRelatório coordenador de segurança

Relatório coordenador de segurança

Nos nossos cursos na atividade de segurança privada enaltecemos sempre a necessidade de conseguirmos escrever, seja qual for a especialidade (Relatório coordenador de segurança).

As observações abaixo visam ou pelo menos era e foi e será sempre esse o objetivo, a evolução de tudo e de todos para um melhor desempenho de qualquer serviço.

(…) Salienta-se desde já o profissionalismo com que todos os ARD´s encaram o serviço, embora se note um pouco de descoordenação que se passa a salientar;

1 – Será necessário haver apenas um rádio por posto a definir com o gestor de segurança / diretor de segurança uma vez que existem muitas comunicações desadequadas ao contexto;

2- Será necessário ser apenas o DS/GS a comunicar ao Coordenador de segurança as diretivas a impor e este por sua vez delegar as funções no esquema apresentado;

3 – Será necessário com o tempo dar umas “dicas” ao rádio aos intervenientes ao jogo da equipa de segurança pois alguns ouvem determinadas terminologias, ( evitar muito palavreado técnico), que não percebem e leva-os a não responder quando chamados;

4 – Será primordial que a equipa rode todos os postos, sendo que não deverá de haver lugares cativos uma vez que isso cria vícios e condiciona a gestão operacional caso falte o elemento que está sempre no mesmo local;

5 – Será deveras primordial a troca da equipa por postos ao intervalo, levando assim a uma suavização da carga horária e descompressão, quando possível;

6 – O briefing e debriefing devem de ser no máximo 5 minutos com assuntos importantes, ascendo no máximo aos 10 minutos;

7 – Foi chamada à atenção um dos ard´s por ter um piercing na orelha , solicitou-se que no próximo jogo tape com um penso da cor da pele. Num desacato pode ser prejudicial ao profissional;

8 – Deve se trabalhar com os elementos disponíveis com olhos nos jogos mais complexos, preparar a capacidade de adaptação nesta fase de todos os intervenientes, uma vez que irá haver jogos mais difíceis;

9 – Na medida do possível deve-se ter sempre um elemento feminino por entrada. Embora saiba que não é fácil, será algo que teremos de ter sempre em mente pois poderá haver necessidade do gestor colocar sempre mais alguém para as revistas femininas assim como nas zonas técnicas caso haja necessidade. Será melhor colocar esse elemento por uma questão de imagem e observação. As mulheres são muito mais simpáticas que nós homens e isso será primordial nesses locais. Os homens na medida do possível, devem de fazer o terreno de jogo e as senhoras o contato com a “elite” , sempre de cabelo apanhado de devidamente aprumadas , in casu este fim de semana;

10 – O GS/DS e o coordenador devem de andar sempre pela zona técnica para conseguirem, na medida do possível, coordenar o serviço embora o DS tenha sempre mais responsabilidade e mais trabalho.

 

Aspetos menos bons e a evoluir e adaptar;

1 – Fardamento…!

2 – A comunicação dos ARD´s à força de segurança territorialmente competente está a ser mal executada. A responsabilidade de possíveis coimas que possam daí advir serão suportadas pela empresa de segurança uma vez que é a entidade patronal (Relatório coordenador de segurança).

 

Nota- Desde já agradecer a sensibilidade com que fui recebido e o profissionalismo que deram às minhas indicações. Agradecer a oportunidade e relembrar que infelizmente no dia … não poderei comparecer ao jogo face à minha agenda profissional. Nesta fase adapto-me ao que já têm instituído , não quero de forma alguma mudar ou MANDAR mas deve-se pensar sempre no bem estar de todos e sobretudo no serviço. Existem muitas alterações ao regime jurídico da segurança privada assim como à regulamentação de combate ao racismo e à xenofobia que convém andarmos minimamente a par (…)

Bom serviço.

Relatório coordenador de segurança

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By Cunha

Tinha 29 anos em 2000 , em que ano nasci eu ?

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